25/08/2022 às 09h21min - Atualizada em 25/08/2022 às 12h02min

“Meu filho foi assassinado. Temos urgência por justiça”, desabafa mãe de Eduardo Fösch

Do ExtraClasse A família de Eduardo Fösch ingressou nesta semana com dois recursos contra as sentenças do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) no processo que julga os acusados pelo assassinato do jovem em 27 de abril de 2013, durante uma festa de jovens em um condomínio na zona Sul de Porto...

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Do ExtraClasse

A família de Eduardo Fösch ingressou nesta semana com dois recursos contra as sentenças do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) no processo que julga os acusados pelo assassinato do jovem em 27 de abril de 2013, durante uma festa de jovens em um condomínio na zona Sul de Porto Alegre.

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No final de julho, Simone Schmitz e José Antonio Jacovás, proprietários da residência no condomínio Jardim do Sol onde ocorreu a festa foram condenados na esfera cível ao pagamento de uma indenização por danos morais à família da vítima no valor de R$ 200 mil e mais R$ 8 mil relativos a despesas com hospitais e funeral – Eduardo ficou hospitalizado nove dias devido a agressões.

No julgamento, o juiz Vanderlei Deolindo, da Vara Cível do Foro Regional da Tristeza rejeitou o pedido de indenização por danos morais e materiais contra o condomínio.

A outra decisão é do dia 19 de agosto. Na esfera criminal, o juiz substituto Tadeu Trancoso de Souza, da 2ª Vara do Foro Central de Porto Alegre, absolveu o segurança privado Isaias Miranda das acusações de homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Principal acusado, ele trabalhava como segurança da festa.

O juiz considerou insuficientes as provas arroladas no processo. O juiz também adiou o julgamento do ex-policial civil e, à época do crime, supervisor de segurança do residencial, Luís Fernando Souza de Souza, acusado de limpar o local do crime e apagar as gravações das câmeras de segurança. Deolindo remeteu o caso dele para outra vara por entender que Souza “não cometeu crime contra a vida”.

As sentenças, após nove anos em que o processo se arrasta no judiciário gaúcho, causaram indignação entre familiares de Eduardo, de acordo com a mãe do jovem, a bancária Jussara Fösch, 56 anos. “Qual é o valor que vai nos ajudar a conviver com a dor por um filho assassinado?”, indaga.

“Desde o início do processo nós já estranhamos a ausência da polícia no local, as tentativas de arquivamento do processo, trocas de juízes e de promotores, toda a abordagem para nos convencer que houve um acidente. Não foi. Foi agressão. Meu filho foi assassinado. Temos urgência por justiça para que a memória dele seja reparada”, desabafa Jussara nesta entrevista.

Confira a entrevista neste link.

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