05/04/2022 às 16h54min - Atualizada em 05/04/2022 às 22h10min

Tratamento com ozônio desperta interesse em profissionais do agro que buscam aprender mais sobre a tecnologia

SALA DA NOTÍCIA Vervi Assessoria

 

O mercado do agronegócio tem inúmeros desafios no que diz respeito ao controle microbiológico e outros tipos de desinfecção nos seus processos produtivos. Ao verem que o ozônio pode ser uma ótima e eficiente solução para diversos problemas desta indústria, muitos profissionais estão buscando formas de aprimorar e ampliar seus conhecimentos nesta área. A Panozon Ambiental S/A, por exemplo, que vem contratando profissionais de vendas neste setor, tem percebido uma alta demanda de profissionais interessados em conhecer e trabalhar com soluções de ozônio.

 

A empresa, que é líder na América Latina no tratamento de água e ar com tecnologia de ozônio, já possui diversos exemplos positivos de soluções em produtos como frutas, legumes e verduras, assim como na criação de animais da agropecuária.

 

Nos últimos anos, a Panozon foi responsável por desenvolver sistemas como, por exemplo, uma central de tratamento de água com ozônio que reduziu em 92,9% a taxa de mortalidade de uma granja de suínos de Santa Catarina num período de 40 dias após a implantação do equipamento. Antes, a purificação da água era feita do modo tradicional, por meio do cloro. Segundo Francelino Ribeiro, empresário do grupo familiar que administra a granja, “assim que as mortes foram diminuindo, concluímos que a grande culpada era a água que estávamos entregando para a nossa produção”.

 

Já na questão das frutas, legumes e verduras, em novembro de 2021, a ESALQ/USP concedeu um laudo que comprova a eficiência do equipamento da Panozon na utilização do ozônio com essas mercadorias. A aplicação do ozônio neste caso reduziu drasticamente os odores indesejáveis e aumentou o tempo de validade dos alimentos.

 

“O ozônio faz parte do futuro do agro – é ecologicamente correto e auxilia principalmente nos processos de exportação, por não deixar resíduos nos alimentos”, explica Carlos Heise, CEO da Panozon Ambiental S/A.


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